O VLT – famoso Veículo Leve sobre
Trilhos – viu, no fim do ano passado, uma pitada de esperança para seu tão
postergado nascimento na capital Federal. Foi anunciada, em meados de Dezembro
de 2015 pelo governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, junto do ministro das
Cidades, Gilberto Kassab, a autorização de um repasse para a ampliação do metro
do DF e da construção da Linha 1 do VLT do DF assim como a autorização de
estudos para o VLT Monumental, num total de 103 milhões de reais. Desses 103 milhões,
advindos do Programa de Aceleração e Crescimento (PAC) da Mobilidade, R$ 26
milhões serão destinados ao novo aniversariante, que será responsável por movimentar
em tese 115 mil passageiros por dia entre os eixos W3 Norte e W3 Sul da cidade.
Ocorreu, também, durante um
evento realizado no Memorial Juscelino Kubitschek no dia 24/05/2016, a
apresentação do Plano de Mobilidade Urbana do Distrito Federal – Circula Brasília
– que conta com investimentos previstos em 6 bilhões de reais e que já se
encontra em andamento desde o ano passado. Suas diretrizes serão três:
melhorias no sistema de transporte coletivo, ampliação da infraestrutura e investimento
na mobilidade ativa resultando na criação de ambientes seguros para os
deslocamentos a pé e por bicicleta.
As linhas do metro de superfícies
(VLT) que estão previstas são duas. A Linha 1 é a linha que circulará pela W3
interligando os Terminais Asa Sul e Asa Norte. Enquanto que a Linha 2 ou Linha
Monumental interligará a Esplanada dos Ministérios à Estação Rodoferroviária,
passando pela Rodoviária do Plano Piloto. E que contará com uma derivação pelo
Setor de Indústrias Gráficas, outra pelo Sudoeste e mais uma pelo Setor de
Indústria e Abastecimento.
O âmbito dessas obras é promover
uma integração entres os distintos espaços da cidade de modo que o cidadão
brasiliense possa circular sem muitos preâmbulos. Também, justifica um combate
ao aumento na taxa de habitantes por carro veiculáveis que já ultrapassou mais
de dois habitantes por carro circulando. E, enfim, aumentar diretamente a
qualidade de vida da população local através de obras em infraestrutura e
urbanização, pois consoa com o caráter humanitário que reflete Brasília.

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